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MELÃO
30.5
litros de por hectare via fertirrigação
conforme cronograma de aplicação
apresentado pela recomendação técnica.
Além do
uso via fertirrigação, recomendamos
também aplicações foliares
(ver recomendação técnica).
Inicio das aplicações:
o sistema de irrigação utilizado pelos produtores
de melão nos Estados do RN e CE e o localizado (fitas
de irrigação com válvulas gotejadoras).
Assim, a é aplicada através deste sistema.
As primeiras aplicações
iniciam-se aos 14 dias pós plantio, seguida
por doses diárias por mais vinte dias. Durante
a aplicação via fertirrigação,
deve-se ter alguns cuidados, tais como:
a) pré diluir
a
(ver
recomendação
técnica);
b) aplicar
isoladamente,
sempre
no último
turno
de
rega
do
dia;
c) a
deve
ser
o último
produto
a
ser
aplicado
no
sistema.
Nas aplicações foliares, a poder ser aplicada a
partir do oitavo dia pós plantio até 12 dias que
antecedem a colheita na dose de 200ml/l a 300ml/l. Pode ser misturada
com a maioria dos produtos fitossanitários.
Efeitos nas plantas
No sistema radicular das plantas, temos raízes mais bem
formadas, com calibrese tamanho maiores. Chegando a ser mais
de duas vezes mais volumoso que plantas não tratadas com
.
Maior crescimento vegetativo, aumento do tom de verde nas folhas,
flores mais vistosas e amarelas, gavinhas vigorosas, melhor
pegamento de vingas. Frutos mais bem formados e com maturação
uniforme. Na pós-colheita, em especial nos períodos
de chuva, temos frutos com polpas mais firmes e mais resistentes
ao transporte.
Os solos do semi-árido dos Estados do RN e CE são
especialmente pobres em matéria orgânica.
Com o desmatamento,
e instalação dos agroecosistemas
temos um consumo rápido da matéria
orgânica natural originária das matas
de caatinga. Sendo assim, é altamente desejável
que haja um manejo para a reposição
de matéria orgânica naqueles solos.
Nestes termos,
a representa um grande avanço na reposição
da matéria orgânica nos solos. Além
de repor matéria orgânica direta,
a estimula um pleno crescimento da microvida do
solo que produz colóides essenciais na formação
de grumos secundários, na camada de 0-20
cm de profundidade do solo, estáveis à água.
Estes grumos, por sua vez, favorecem a formação
de microporosiadade naquele perfil do solo. Com
o solo bem aerado temos mais trocas gasosas e a
respiração das raízes se dá com
mais eficiência. Com isso a planta necessitará de
menos energia para metabolizar moléculas
mais elaboradas com proteínas e carboidratos
de reserva.
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